Agir
o que podemos fazer AGora.
Além das mulheres que são vítimas, filhos, familiares, amigos e colegas que convivem com situações de violência também carregam marcas. Presenciar agressões, viver sob tensão constante ou sentir se impotente diante da dor de alguém que você ama pode gerar culpa, ansiedade e medo.
Em relações marcadas por agressividade, muitas pessoas começam a medir cada palavra, evitar certos assuntos, sentir medo durante conversas simples. Nem toda discussão precisa de resposta. Não reagir também é se proteger.
Tatiane zaram,
psicóloga

Para quem não é vítima direta, mas também é afetado.
- Se você presencia violência em casa – Você não precisa resolver sozinho(a). Converse com alguém de confiança. Ligue 180 para saber como ajudar de forma segura.
- Se você conhece alguém em situação de risco – Acolha sem julgamento. Ofereça informação, não pressão. Estar presente já é uma forma poderosa de proteção.
- Acolha sem julgar – O acolhimento começa com a escuta empática, com frases como “Eu acredito em você”, “A culpa não é sua” e “Eu estou aqui”. Nunca pergunte: “Por que você não sai disso?” e não pressione a vítima por uma decisão imediata. Ofereça o 180 sem cobrar que ela ligue.
Conheça
a nossA
cartilha
Um guia produzido por especialistas, com orientações para entender e agir diante da violência contra a mulher, trazendo rigor técnico e linguagem clara para que todos entendam os ciclos de violência e nosso papel como sociedade.


