Transformar
A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO para o futuro.
A internet muitas vezes normaliza a ausência de privacidade e o desrespeito a limites pessoais. Pais, mães e educadores precisam entrar nessa conversa com as crianças para prevenir exposições indesejadas e comportamentos agressivos.
O papel do aprendizado socioemocional desde a infância.
Ensinar limites desde cedo é extremamente importante para reforçar que o corpo é delas e deles, e que as escolhas de cada um devem ser respeitadas com atitudes como:
- Antes de abraçar, pergunte se pode.
- Quando alguém diz não, pare sem negociação.
- Converse abertamente sobre corpo e respeito.
- Não puna: pergunte onde ouviu, explique por que dói.
- O silêncio também educa – e educa errado.
Abrir o diálogo para proteger.
Perguntas para iniciar a conversa com seus filhos sobre o que eles vivem online:
- “O que você mais gosta de ver nas redes hoje?”
- “Quais criadores você acompanha e por que curte o conteúdo deles?”
- “Alguma coisa online já te deixou desconfortável ou triste?”
- “Você já viu alguém sendo exposto ou atacado? O que sentiu na hora?”
- “Se algo te incomodar na internet, com quem você se sente à vontade para conversar?”

Qual comportamento é o mais difícil de encarar e corrigir no dia a dia?
Na enquete realizada pelo canal WhatsApp “Precisamos Falar”, 59% das pessoas apontaram o jeito agressivo de lidar com o não como o comportamento mais difícil de corrigir no cotidiano masculino. Além disso, 29% dos respondentes apontaram o compartilhamento de conteúdo machista como comportamento disfuncional, e 12% ressaltaram o hábito de controlar onde a parceira está.
Code Her: precisamos falar
sobre violência digital.
O avanço da inteligência artificial vem abrindo novas possibilidades, mas também ampliando riscos. Um deles atinge diretamente as mulheres: o uso de IA para manipulação e sexualização de imagens sem consentimento.
Pensando em combater a misoginia digital, um crime cujas denúncias cresceram 224,9% recentemente, criamos a ferramenta Code Her, que reúne um bot capaz de identificar tentativas de manipulação de imagens por IA e uma cartilha digital que orienta vítimas sobre como agir, inclusive do ponto de vista legal, reforçando o conhecimento sobre leis de proteção (como a Lei Rose Leonel e a Lei Carolina Dieckmann) e oferece apoio às vítimas por meio de uma cartilha digital.
A ferramenta funciona de forma integrada ao X (antigo Twitter): após realizarem um cadastro no site do projeto, as usuárias marcam o perfil @codeherbot em suas publicações para ativar o monitoramento de suas fotos. Se o sistema detectar uma tentativa de manipulação da imagem por ferramentas de IA, como o Grok, o bot impede a exibição da foto alterada e envia um alerta imediato à usuária, acompanhado de orientações sobre direitos legais e canais oficiais para denúncia.


Se você precisar de ajuda,
comece por aqui.
180
Central de Atendimento à Mulher
24h, gratuito e anônimo
190
Polícia Militar
Emergências imediatas
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a nossA
cartilha
Um guia produzido por especialistas, com orientações para entender e agir diante da violência contra a mulher, trazendo rigor técnico e linguagem clara para que todos entendam os ciclos de violência e nosso papel como sociedade.

