28 de setembro de 2026
Centro de Pesquisa da MulherNotíciasCanetas emagrecedoras abrem nova fronteira para a ciência da beleza e motivam pesquisa inédita do Grupo Boticário
Estudo clínico conduzido pelo Centro de Pesquisa da Mulher do Grupo, em parceria com o Einstein Hospital Israelita, busca compreender os impactos do emagrecimento acelerado na pele e nos cabelos de mulheres brasileiras
O Grupo Boticário, por meio do seu Centro de Pesquisa da Mulher, anuncia um estudo clínico inédito em parceria com o Einstein Hospital Israelita para investigar os impactos fisiológicos e metabólicos associados ao emagrecimento acelerado decorrente do uso de medicamentos conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”. O foco principal da pesquisa é mapear e compreender as alterações observadas na pele e nos cabelos das mulheres que passam por esse processo.
Para ampliar o conhecimento científico sobre um fenômeno de crescente relevância, a pesquisa busca representar a diversidade da população brasileira. O estudo será realizado com mulheres entre 18 e 60 anos, contemplando diferentes fases da vida hormonal, como pré-menopausa, perimenopausa e menopausa, que já fazem o uso prévio desses medicamentos. O estudo tem o acompanhamento de longo prazo e multidisciplinar, com especialistas em endocrinologia, dermatologia, psiquiatria, pesquisa clínica e inovação, sem interferência em seus tratamentos, para compreensão de como as mudanças evoluem em seus corpos. A pesquisa é estritamente observacional, baseada em evidências, e não promove, prescreve ou incentiva o uso das canetas emagrecedoras.
Como pilar central do estudo, as participantes passarão por um acompanhamento detalhado ao longo do período da pesquisa, estruturado em três etapas de avaliação, do início ao final do estudo. Durante todo esse processo, as mulheres serão acompanhadas por médicos endocrinologistas, responsáveis pelo monitoramento metabólico e evolutivo, e por médicas dermatologistas especializadas em pele e cabelos (tricologia), que conduzirão análises da saúde capilar e cutânea. A pesquisa também contará com especialistas de outras áreas, como psiquiatria, pesquisa clínica e inovação, garantindo que não haja qualquer interferência nos tratamentos médicos realizados pelas participantes.
Movidos pelo cuidado integral com a mulher brasileira e focados em fortalecer o ecossistema de beleza da companhia, o Centro de Pesquisa da Mulher do GB e o Einstein unem ciência e inovação neste estudo pioneiro e de longo prazo para investigar como as mudanças decorrentes do emagrecimento acelerado podem se manifestar no organismo feminino ao longo do tempo. A proposta é gerar evidências científicas que contribuam para uma compreensão mais ampla da relação entre metabolismo, pele, cabelos e bem-estar.
“Estamos diante de um cenário relativamente recente, que está transformando a relação das pessoas com o emagrecimento e trazendo novas perguntas para a ciência. Ainda precisamos compreender melhor como essas mudanças se manifestam no organismo feminino, especialmente na pele e nos cabelos considerando as diferentes fases da vida. Por isso, essa pesquisa é tão importante para gerar evidências científicas que ampliem o conhecimento sobre essa realidade e contribuam para uma visão cada vez mais integrada do cuidado e do bem-estar das mulheres”, afirma Gustavo Dieamant, diretor executivo de Pesquisa & Desenvolvimento do Grupo Boticário.
“A inovação em saúde começa com a capacidade de transformar perguntas relevantes da sociedade em conhecimento científico. Esta parceria reúne expertises complementares para investigar um fenômeno que vem impactando milhões de pessoas e que ainda demanda mais evidências sobre seus efeitos ao longo do tempo. Ao conectar pesquisa, inovação e prática assistencial, buscamos contribuir para uma compreensão mais ampla desse cenário e gerar conhecimento que possa apoiar futuras iniciativas voltadas à saúde e ao bem-estar da população”, afirma Rodrigo Demarch, diretor executivo de inovação do Einstein.
Uma nova realidade para a ciência da beleza
O crescimento global do uso de fármacos para perda de peso vem acompanhado de mudanças estéticas e estruturais percebidas pelas próprias consumidoras, impactando diretamente a sua autoconfiança Em levantamento realizado previamente pelo Grupo Boticário, 42% das usuárias desses medicamentos relataram alterações no cabelo ou couro cabeludo, como afinamento e queda; enquanto 31% perceberam mudanças na pele do rosto, como perda de firmeza, e outros 31% na pele do corpo.
Os dados ajudam a dimensionar uma realidade que exige do mercado de beleza agilidade e aprofundamento científico, especialmente quando considerada a diversidade da população feminina brasileira e as diferentes fases da vida hormonal. Nesse contexto, compreender as alterações fisiológicas associadas ao emagrecimento acelerado pode contribuir para ampliar o conhecimento sobre novas necessidades relacionadas ao cuidado com a pele e os cabelos.
A pesquisa faz parte da trajetória do Grupo Boticário de investimento em ciência e geração de conhecimento sobre a fisiologia da pele, dos cabelos e as diferentes necessidades das mulheres. O objetivo é investigar fenômenos emergentes e transformar evidências científicas em conhecimento capaz de orientar futuras frentes de inovação em beleza e bem-estar da companhia.
“A nossa jornada de inovação começa muito antes de um produto chegar ao mercado. Ela passa por pesquisa e ciência para uma compreensão profunda das necessidades das pessoas. O Centro de Pesquisa da Mulher nasce justamente dessa preocupação e cuidado investigativo da fisiologia feminina e de fenômenos que podem transformar as necessidades. Ao aliarmos nossa expertise em P&D à excelência do Einstein, ampliamos nosso conhecimento para desenvolver, no futuro, tecnologias e cuidados que façam sentido para a mulher brasileira em todas as suas fases e transições”, afirma Gustavo Dieamant, diretor executivo de Pesquisa & Desenvolvimento do Grupo Boticário.