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Ciclo da Vergonha

Um fator potencialmente perigoso para a saúde e o bem-estar da mulher – e que permeia todos os ciclos femininos – é a vergonha.

A vergonha é uma barreira que normaliza a dor, adia idas ao médico e impede que sintomas reais sejam tratados pelas mulheres.

CONHEÇA O #FATORVERGONHA

Entendendo esse risco, o Centro de Pesquisa da Mulher do Grupo Boticário estudou a vergonha para transformar o silêncio e o tabu em ciência, solução e acolhimento.

Vergonha não é diagnóstico.
Mas é fator de risco.

Confira abaixo alguns dados que refletem o impacto da vergonha na saúde e no bem-estar das mulheres.

71%
das mulheres sentem falta de informações claras sobre o que acontece com seu corpo

Essa lacuna de conhecimento cria um espaço onde processos biológicos naturais são frequentemente vividos como falhas ou erros.

60%
das mulheres sentem vergonha dos sintomas da menopausa.

Sintomas como o suor e os fogachos são vividos com desconforto e ocultação, evidenciando que o estigma em torno da maturidade feminina ainda é um peso carregado em silêncio.

61%
das mulheres têm vergonha dos sinais da idade.

Em uma cultura que supervaloriza a juventude, os sinais do tempo na pele e no corpo passam a ser tratados como falhas a serem corrigidas, em vez de marcas naturais de vida.

74%
das mulheres aprenderam a normalizar desconfortos sem explicação.

A vivência feminina é marcada por uma barreira de silêncio que leva as mulheres a conviverem com dores constantes sem nunca compartilhá-las.

90%
das mulheres já sentiram vergonha do próprio corpo.

A vergonha gera autovigilância  e autolimitação, impedindo que mulheres vivam experiências com liberdade e estejam plenamente presentes em suas próprias narrativas.

70%
das mulheres já tentaram disfarçar algum aspecto do corpo por vergonha

Sob o mecanismo da ocultação, muitas mulheres têm o impulso de esconder ou corrigir a própria imagem para evitar o julgamento alheio.

70%
das mulheres já tentaram disfarçar algum aspecto do corpo por vergonha

Sob o mecanismo da ocultação, muitas mulheres têm o impulso de esconder ou corrigir a própria imagem para evitar o julgamento alheio.

70%
das mulheres já tentaram disfarçar algum aspecto do corpo por vergonha

Sob o mecanismo da ocultação, muitas mulheres têm o impulso de esconder ou corrigir a própria imagem para evitar o julgamento alheio.

* Fonte: Centro de Pesquisa da Mulher, Grupo Boticário, 2026.

Sozinhas ou acompanhadas, as mulheres passam por desconfortos em relação a si mesmas.

Esses relatos não são únicos e contribuem para questionar o ciclo da vergonha/o fator vergonha.

Eu fui na piscina com minha turma da escola, mas não tive coragem de usar biquíni por causa das manchas de espinhas que tenho no corpo

.

Já deixei de ir em eventos importantes de família, como formaturas e casamentos, por causa do meu corpo

.

Comecei a me esconder de fotos e tentar cobrir meu rosto e corpo na maioria das vezes

.

Depoimento 4

.

Depoimento 5

.

Depoimento 6

.

 Você não é a única.
Perguntas que muitas mulheres já fizeram em silêncio.

Para não serem julgadas, muitas mulheres  escondem suas dúvidas. Isso vira tema de pesquisa para tentar entender mais sobre o próprio corpo.

A vergonha ganha força por meio de um ciclo de silêncio que acompanha a mulher ao longo da vida.

Os primeiros passos para lidar com esse fator de risco é adotar uma nova abordagem quando os questionamentos aparecem.

“isso é realmente errado ou só é um tabu?” Muitas vezes, a vergonha ou o desconforto nascem de padrões sociais. Sentir vergonha de falar sobre menopausa, acne, menstruação e outras questões não tem relação com algo “errado” – mas com o silêncio histórico sobre esses temas.

Quebrar o silêncio não significa se expor para todos. Significa escolher onde e com quem você se sente segura. Às vezes, dizer em voz alta para si mesma já é o primeiro passo.

No canal de WhatsApp, você encontra conteúdo para cada ciclo, acolhimento para falar sobre tudo que permeia a saúde e bem-estar da mulher sem tabu.

Pré-menarca, cuidados na infância e pré-adolescência

importância de preservar características da barreira cutânea, permeabilidade, pH e proteção solar.

Puberdade

impactos hormonais na pele, sudorese e cabelo durante a puberdade, incluindo o papel do microbioma e da genética. Influência de fatores como estresse, alimentação e estilo de vida, no bem-estar feminino nessa fase.

Fase adulta

necessidades do ciclo menstrual e seus impactos na fisiologia e bem-estar.

Climatério e senescência

alterações hormonais, fisiológicas durante a pré-menopausa, menopausa e pós menopausa, e seus impactos na pele, cabelo, sono e bem estar.

Transformamos a pesquisa em projetos reais

Por meio do Centro de Excelência em Pesquisas Avançadas, uma iniciativa de colaboração multidisciplinar, com uma perspectiva abrangente e integrada sobre o cuidado e bem-estar das pessoas, investimos em diversas frentes de pesquisa para transformar o conhecimento em cuidado real. Conheça algumas das nossas iniciativas.

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