Empreendedorismo
  • 17 DE AGOSTO

Um estudo* promovido pela Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro avaliou os sentimentos e as expectativas das pessoas durante o isolamento social. Alguns pontos chamam a atenção e nos trazem esperanças para dar as boas-vindas ao que estamos chamando de “novo normal”.

41% citaram perder
menos tempo
no trânsito
54% disseram ter
mais tempo
com a família
42% estão curtindo
mais a casa
37% estão arrumando
mais a casa
separador do topo

Na prática, a casa pode ter virado o nosso trabalho, lazer, salão de beleza e até o nosso restaurante preferido. Mas o que mais este momento tem nos ensinado? A impressão que se tem é de, finalmente, estarmos vivendo o presente, já que fica difícil se planejar para um futuro ainda incerto. Com o relógio parecendo correr mais devagar, há quem tenha encontrado tempo para apreciar o pôr do sol da janela, retomar um hobby ou outras coisas que haviam sido deixadas de lado pela rotina.

O que também vem mudando é a consciência sobre a responsabilidade individual com o coletivo – a exemplo de ações como compras feitas em pequenos comércios de bairro ou o apoio a trabalhadores autônomos que, em alguns casos, perderam completamente a sua renda. Enquanto não se descobre uma solução definitiva para o problema atual, a empatia e a solidariedade têm sido as escolhas de muita gente para enfrentar o momento. A tecnologia também faz a sua parte, nos conectando de forma segura, ao mesmo tempo em que nos faz perceber o valor de estar junto.

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Consumindo

AUTOCUIDADO

Não é de hoje que as pessoas vêm procurando sentido no que consomem, escolhendo, cada vez mais, empresas verdadeiramente sustentáveis, que se preocupam com a cadeia produtiva. Uma mudança de comportamento que era tendência e foi acentuada nesse período de isolamento, como aponta a consultoria de pesquisa de mercado Perception. No levantamento realizado em junho, os brasileiros disseram que pretendem buscar mais produtos agregados por valores de sustentabilidade – resposta de 45% dos entrevistados. A partir de suas escolhas, o consumidor direciona a construção de uma nova realidade.

Até mesmo o “efeito batom” mudou. O conceito nasceu com o britânico Winston Churchill durante a recessão da Segunda Guerra. Num período em que o consumo era racionalizado, ele percebeu o quanto incentivar o uso de “um batonzinho” ajudava as mulheres a se sentirem bem e, consequentemente, elevava o moral dos cidadãos. Naquela época, o autocuidado era sobre maquiagem e restrito a mulheres. Tirando a parte sexista da história, já era claro que cuidar da própria imagem contribuía para a autoconfiança em momentos de crise. Hoje, além das máscaras estarem cobrindo os lábios, mais do que isso, o autocuidado ultrapassa gêneros e diz sobre o autoconhecimento e a beleza transformadora que, aliás – é o propósito do Grupo Boticário.

O NOVO

"ir às compras"

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre a digitalização do consumo, com a pandemia, provavelmente, passou a conviver com essa prática. Aqui no Grupo Boticário, os investimentos no e-commerce acontecem desde a sua criação, há 10 anos. Assim, de maneira rápida e responsável, nos adaptamos à nova realidade. Canais de contato foram reformulados e soluções foram criadas para, mesmo digitalmente, manter consumidor e vendedor próximos nessa transição de comportamento de compra.

" Ninguém vai voltar do mesmo jeito, toda a parte de relacionamento digital está muito mais acelerada. Mas estamos muito preparados. O Grupo tem muito essa cultura de agilidade, de reação. "

Isabela Abbes Sant Anna, Gerente de Marketing da quem disse, berenice?

Para agradar tanto aos que preferem a interação pessoal do ponto de venda, quanto apoiar a nossa rede de lojas e consultores que precisaram reinventar seu trabalho, criamos o OmniChat. É um serviço para a venda por WhatsApp, que inclui vendedores no atendimento e delivery feito pelo ponto de venda mais próximo. Além de contribuir com os ganhos dos profissionais no momento de lojas físicas fechadas, o sistema otimiza a entrega de produtos, que ganhou 400 novos pontos de distribuição espalhados por todo o Brasil.

Avaliando as novas preferências do consumidor, Rafael Sbampato, nosso Diretor de CRM, Inovação e Ciência de Dados, também destaca que a venda com atendimento pessoal, ainda que virtualmente, ajuda a suprir a falta de experimentação da compra online.

" Existe uma preferência pela venda com consultoria. O tipo de interação que nosso consumidor tem ainda é mais humano do que virtual. "

Rafael Sbampato, nosso Diretor de CRM, Inovação e Ciência de Dados

Cada vez mais, consumir é sobre a jornada de compra, que pode seguir por um ou vários caminhos. Seja pelo e-commece, através do OmniChat ou nas lojas físicas, estamos em todos os canais de venda. Agora, o consumidor que for até a loja conta com o mesmo recurso das plataformas onlines: o Espelho Virtual. Um recurso para ajudá-lo a testar todo tipo de maquiagem “ao vivo”, numa espécie de câmera maquiadora.

A tecnologia já existia, mas foi refinada e pode ser usada para facilitar o teste de cores e a escolha de cada produto. Filipe Ferrari, Gerente de Planejamento Comercial e Franchising, destaca que essa fase de reabertura de lojas exigiu muitas adaptações, desde o atendimento até a disposição dos produtos. Medidas de segurança adotadas para garantir a saúde das equipes e do público:

Retiramos das lojas todos
os provadores de maquiagem
manipulados pelos consumidores
e temos um protocolo
rígido de experimentação
que precisa ser seguido.
Agora, com
o suporte do consultor
de vendas.

Modelo de atendimento
presencial reformulado
para que o consumidor
se sinta próximo, mesmo
com o distanciamento.

Uma nova rotina
de higienização
da loja ao
longo do dia.

Uso frequente
de álcool gel
durante a rotina
de trabalho.

Implantamos um protocolo
de fechamento de venda em
que o consultor higieniza o
produto com álcool 70
antes do consumidor retirar
sua compra da loja.

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