Sustentabilidade
  • 14 DE dezembro DE 2020

Você sabia que a maior parte do nosso oxigênio é “fabricado” pelas algas marinhas dos oceanos? E que protetores solares podem prejudicar os corais? Na Década dos Oceanos, criamos protetores solares com o selo “Seguro para Corais”, entre outras iniciativas que ajudam a preservar a vida marinha. Respire fundo e mergulhe com a Respire fundo e mergulhe com a importantes do mundo!

são levadas para os recifes anualmente em todo o mundo.
O número é impactante, a consequência ambiental também pode ser e nós somos inconformados diante de tudo que pode melhorar.
Para cruzar esses fatores, direcionamos nosso olhar sustentável para repensar o impacto das nossas fórmulas e ingredientes no meio ambiente. Nesse caso, dentro nos oceanos.

Segundo Andrezza Micali, especialista em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Grupo Boticário, os filtros solares vêm sendo questionados no meio científico por causarem o branqueamento dos corais. Um fenômeno que deve ser combatido, pois pode levar à morte desses organismos. Vale dizer que mudanças climáticas, construções desordenadas, turismo irregular e pesca predatória também ameaçam a saúde dos recifes e dos oceanos.

Nesse sentido, para proteger a saúde dos recifes, nosso time de P&D nos ajudou a avançar na busca por sucesso responsável e desenvolveu uma metodologia científica que garante a formulação de protetores solares que não agridem, nem branqueiam os corais.

A ONU declarou que entre 2021 e 2030 será a Década dos Oceanos, um período para promover a cooperação internacional voltada à gestão e preservação dos recursos naturais de zonas costeiras. E sabe onde foi realizada a 1ª edição do Conexão Encontro, evento oficial do movimento? Aqui, no Brasil. No GB, nos antecipamos há muito tempo.

“Há três décadas, nossa preocupação com os mares e corais caminha junto ao trabalho desenvolvido pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza”, afirma Malu Nunes, diretora-executiva da instituição. Acompanhe algumas das iniciativas em que a Fundação Grupo Boticário já está trabalhando:

Por suas cores vivas e por não se deslocarem, eles passam a impressão de serem plantas, mas não são. Os corais são animais que desempenham papeis fundamentais, como o de “florestas marítimas”. Veja alguns números que mostram seu impacto!

No Parque Ibirapuera, em São Paulo, a Australian Gold iniciou uma exposição inédita e gratuita que leva às pessoas o conhecimento sobre a situação da vida marinha. A ação, chamada de “Oceano em transformação”, é apresentada pela artista plástica e pesquisadora marinha Beatriz Chachamovits (Chachá).
Há sete anos, Chachá pesquisa intensamente sobre a situação dos recifes de corais.

Na mostra, a artista expõe cerca de 300 esculturas de corais feitas a partir de massa de modelar, que representam o degradê da transição da vida dos corais:

Inicialmente, coloridos e vivos. Depois, brancos e doentes. Mais avançados, os corais já estão destroçados e na cor castanho escuro. Segundo Cristiane Irigon, diretora de Marketing da Multi B, essa intervenção artística é muito importante para chamar a atenção não só do público, mas também das marcas.

Separe seu lixo

Se continuarmos no ritmo atual, até 2050, os oceanos terão mais plástico do que peixes. Para evitar esse colapso, procure dar uma destinação correta aos resíduos orgânicos e recicláveis que você produz em casa e no trabalho.

Opte por empresas ambientalmente responsáveis

Opte por empresas ambientalmente responsáveis: além de procurar os selos que mostramos aqui, consuma produtos de empresas genuinamente preocupadas com o meio ambiente e que não testam suas formulações em animais, por exemplo.

Respeite a vida marinha

O turismo irresponsável é uma das principais ameaças à saúde dos oceanos. Por isso, caso participe de mergulhos, admire as belezas marinhas somente com os olhos, sem interferir nas espécies de animais e vegetais ali presentes.




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