Paixão pelo consumidor

Quando a gente se vê representado, entendemos que fazemos parte, que existimos. Embora isso seja natural para algumas pessoas, para outras depende de um esforço constante por reconhecimento. Acreditamos que dar voz e vez à beleza da diversidade tem tudo a ver com a ousadia que a quem disse, berenice? propõe.

  • 24 abril de 2019

Nova, sim,
mas com
muita história
pra contar.

As possibilidades da beleza de ser humano são infinitas e reais. Por isso, desde que nasceu, em 2012, a quem disse, berenice? procura ser avessa ao óbvio. Reconhece que a diversidade é fundamental na representação de uma marca criada para quem está disposto a desafiar regras que, se a gente parar pra pensar, não têm sentido.

Essa diversidade não está apenas no gênero, na raça ou na orientação sexual, mas na pluralidade das pessoas em todos os seus aspectos, inclusive o comportamental. Falar desses temas é falar sobre o que é relevante para a sociedade.

Dados de mercado mostram que a geração que vai definir o comportamento de consumo nos próximos anos é equivocadamente caracterizada como vulnerável. Considerados os guardiões da generosidade, essa geração mantém uma preocupação com a visibilidade daqueles que, até então, eram impedidos de protagonizar a própria história.

Isso se estende ao papel das marcas no mundo de hoje. As pesquisas também apontam que 52% das pessoas dessa geração se dizem interessadas em investimentos com impacto social — uma prática que procura gerar benefícios ambientais e sociais junto com o retorno financeiro.

Antes de ser uma tendência de mercado, esses números refletem uma sociedade que busca representatividade. Nesse sentido, temos a consciência do papel da quem disse, berenice? não apenas junto a esse público, mas no reconhecimento da sua diversidade para as demais gerações.

Construir uma marca genuína que, realmente, acredita e vive o próprio discurso é o nosso desafio.

Confira algumas das ações recentes que traduzem esse posicionamento.

O beijo da Lary e
da Mari

O beijo da Lary e da Mari

Muito mais do que beijar sem medo de
borrar a make, elas representaram o beijar
sem medo de sofrer preconceito.

Juntas, incentivamos as pessoas
a descobrirem a beleza que elas trazem.

Explodindo expressão e energia, Pabllo Vittar convidou nosso público a decidir a make do videoclipe de Buzina. Acreditamos que enaltecer o talento da drag, que ocupa um espaço tão importante, incentiva conversas sobre representatividade.

Samantha e a liberdade
de ser mulher

Simone de Beauvoir dizia que “ninguém nasce mulher: torna-se mulher”.

E o desafio da Samantha em ser uma mulher trans é celebrado todos os dias como uma conquista.

Ela trabalha com beleza há mais de 10 anos e, no mês das mulheres deste ano, contou um pouco sobre as suas conquistas no nosso Instagram.

Hoje, aos 26 anos, ela procura inspirar outras pessoas a encontrarem a beleza genuína que cada uma carrega em si. É nessa liberdade de viver quem somos que a quem disse, berenice? celebra a diversidade.

Falar sobre representatividade e diversidade é falar sobre o mundo em que vivemos. E a gente tem ousadia suficiente para acreditar que podemos ser, fazer e acontecer a mudança que queremos ver no mundo.